É a opressão
Do seu desamor
Sobre mim:
Uma pata
De elefante
Esmagando
Meu peito;
A ruptura
Do equilíbrio
Nas águas
Do inseto
Patinador;
Uma estátua
De pedra,
Sem fé,
Que afunda
Ao tentar caminhar
Sobre o mar.
Seu desamor
Encurva
Meus desejos
Em direção ao túnel
Estreito
Da vigília sem sono.
E não quero viver assim,
Entre anseios
E desassossegos.
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