O som é
A base da forma
E quando passam dias
Sem a norma secreta
Das suas palavras de aurora,
Das suas palavras de onda,
Das suas palavras de nuvem,
Como poderei preencher
O eco das minhas conchas?
Sem sua voz
Só persiste
Um rumor distante,
O murmúrio de um eco
Que se perde
Na vasta
Exalação do mar.
Mas quando
Sua voz
Serpenteia
Pelos meandros
Da concha do meu ouvido,
Eu me deixo levar:
Sinto que flutuo
Num oceano
De margens infinitas.
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